Para: Autismo; Dislexia; Problemas de Aprendizagem; Sistema Nervoso; Tonturas; Zumbidos; Dores de Cabeça; Sinusite; ATM; Fibromialgia; etc.; etc.


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Terapia Sacro Craniana:

Assuntos:

http://sacrocraniana.no.sapo.pt/lmffaq.html

FAQ's acerca da Libertação Mio Fascial

 

P1: O que é a fáscia?
P2: De que é feita?
P3: Qual a sua importāncia?
P4: Como se vê ou sabe que a fáscia está alterada?
P5: Como se pode confirmar a nível médico que a fáscia está de facto alterada?
P6: Quando foi descoberto a importāncia desse tecido?
P7: Quais as técnicas que trabalham a fáscia?
P8: Qual a melhor técnica para trabalhar a fáscia?
P9: Quem é o criador da Libertação Mio Fascial?
P10: Quais os problemas que a "tensão" (alterações) na fáscia pode provocar?
P11: Como é que as alterações da fáscia podem provocar dores?
P12: Ela também pode produzir alterações emocionais?
P13: E quanto a dores ditas somáticas; somato emocionais ou somato viscerais?
P14: Como é que isto ainda não é conhecido dos profissionais de saúde?
P15: Qual a diferença entre esta e as outras técnicas existentes?

P16: Quais as indicações da Libertação Mio Fascial?
P17: Ela pode ser aplicada a bebés e crianças?

P18: Quem aplica esta terapia?

P19: Onde encontrar um terapeuta?

 

P1: O que é a fáscia?

R: A fáscia é tecido conectivo que liga, envolve e separa toda e qualquer estrutura do nosso corpo desde a cabeça aos pés. Tudo está interligado pela fáscia. Exemplos são: aponevroses, tendões e ligamentos, invólucros de órgãos e vísceras, baínhas e túnicas de vasos, nervos, etc. Ela forma uma verdadeira teia de aranha ligando todo o corpo.

P2: De que é feita?

R: A sua constituição é sobretudo colagénio (que actua como cola), elastina (que actua como elástico) e polissacarídeos formando a substāncia base.

P3: Qual a sua importāncia?

R-1: Uma vez que este tecido envolve, protege e liga toda e qualquer parte do nosso corpo, ele afecta o funcionamento de toda e qualquer parte ou estrutura do nosso corpo.

R-2: Uma vez que ela liga todo o nosso corpo desde a cabeça aos pés, qualquer alteração numa parte do corpo, transmite-se ao longo de todo o corpo acabando por provocar problemas muitas vezes distantes das causas que lhe dão origem.

P4: Como se vê ou sabe que a fáscia está alterada?

R: Através de palpação e movimentação dos tecidos consegue-se determinar onde existem prisões e alterações da fáscia. Isto requer boa capacidade de palpação e bastante treino.

P5: Como se pode confirmar a nível médico que a fáscia está de facto alterada?

R: Através da autópsia! Através da autópsia consegue-se ver ao microscópio as alterações existentes nos tecidos comparando-os com os de uma outra pessoa que era saudável.

P6: Quando foi descoberto a importāncia desse tecido?

R: Referências a ele são antigas mas só Andrew Still (criador da Osteopatia que viveu entre 1828 e 1917 - séc. XIX  e XX ) lhe deu importāncia e criou algumas técnicas que visavam melhorá-lo. Depois William Garner Sutherland (formado em osteopatia que viveu entre 1873 e 1950 e criador da osteopatia craniana)  mostrou a sua importāncia no estado das meninges (elas são tecido fascial ou conectivo). No entanto apenas recentemente, nos anos 70, anos 80 e anos 90 do séc. XX com o estudo e investigação de vários especialistas entre eles o Dr. John Upledger se passou a conhecer mais acerca deste tecido e da sua importāncia e implicações para a saúde e o bom funcionamento de todo o corpo.

P7: Quais as terapias que trabalham a fáscia?

R: As terapias que actualmente trabalham a fáscia são: A Manipulação Visceral; A Terapia Sacro Craniana; A Libertação Mio Fascial; e algumas técnicas osteopáticas.

P8: Qual a melhor técnica para trabalhar a fáscia?

R: Tudo depende de qual o problema em causa. Uma vez que a Libertação Mio Fascial trabalha quer a fáscia muscular quer a fáscia de todo o sistema sacro craniano bem como toda a fáscia do corpo, ela acaba por ser uma das mais completas e eficazes para a grande maioria dos problemas.

P9: Quem é o criador da Libertação Mio Fascial?

R: O criador da Libertação Mio Fascial é John F. Barnes um fisioterapeuta que insatisfeito com os resultados da fisioterapia e sem encontrar soluções que lhe dessem respostas para os problemas de saúde, quer os seus quer os dos seus pacientes, resolveu estudar e investigar tendo desenvolvido novas e melhores técnicas para trabalhar a fáscia.

P10: Quais os problemas que a "tensão" (alterações) na fáscia pode provocar?

R: Os problemas podem ser muitos e variados. Eles vão desde; dores (crónicas ou não), ataxia (perda ou falta de coordenação muscular), atonia (falta de tónus ou força normal), restrições de movimento, estases (estagnação ou abrandamento da circulação de líquidos circulantes), problemas musculares, problemas articulares, problemas neurológicos, fibromialgia, síndrome de fadiga crónica, síndromes pré menstruais, alterações do sono, alterações emocionais, etc., etc.

P11: Como é que as alterações da fáscia podem provocar dores?

R: A fáscia pode provocar uma força ou pressão de cerca de 140 Kg por centímetro quadrado pelo que não é de admirar que possa provocar fortes dores, restrições de movimento, estases, problemas neurológicos, escolioses, etc., etc.

P12: Ela também pode produzir alterações emocionais?

R: Claro que sim uma vez que as suas tensões e alterações comprimem mecanorreceptores ao longo do corpo os quais enviam "tensões e stress" ao cérebro o que altera por completo o seu funcionamento, criando alterações emocionais, alterações de sono, stress, etc. Lamentavelmente e apesar disto ser bastante conhecido, ninguém lhe parece dar o devido valor.

P13: E quanto a dores ditas somáticas; somato emocionais ou  somato viscerais?

R: Elas no fundo são apenas disfunções miofasciais que se devem a alterações da fáscia e muitas das vezes basta corrigir estas disfunções para que tudo volte ao normal.

P14: Como é que isto ainda não é conhecido dos profissionais de saúde?

R: Simplesmente porque só nos anos 80 e 90 é que saíram resultados das pesquisas efectuadas e ainda não existe divulgação acerca de tudo isto. Apesar dos estudos acerca da fáscia serem dos anos 80 e 90, as técnicas para corrigir as disfunções da fáscia ainda são quase desconhecidas uma vez que ainda existe a crença completamente falsa de que é impossível modificar este tecido. No entanto os resultados não deixam margens para dúvidas.

P15: Qual a diferença entre esta e as outras terapias existentes?

R: Hoje considera-se que a fáscia é a responsável por uma percentagem extremamente alta dos problemas de saúde. Desta maneira usar técnicas ou terapias que não trabalhem a fáscia, apenas produz fracos resultados ou resultados temporários. (Ver P7).

P16: Quais as indicações da Libertação Mio Fascial?

R: A Libertação Mio Fascial está indicada para:

- Escolioses, lordoses

- Problemas de coluna.

- Dores de costas.

- Dores cervicais.

- Dores de cabeça.

- Depressão e Depressão pós parto.

- Tonturas, Zumbidos,

- Sinusite.

- Dores crónicas.

- Traumatismos na cabeça.

- Problemas da ATM

- Problemas respiratórios

- Dores menstruais.

- Preparação para o parto

- Desconfortos da gravidez

- Fibromialgia.

- Dores crónicas e dores miofasciais.

- Desordens do tecido conectivo.

- Tendinite e canal carpiano

- Síndroma de Fadiga Crónica.

- Problemas pediátricos.

- Dislexia; Hiperactividade, autismo,

- Desordens de atenção,

- Problemas de aprendizagem.

- Disfunções neurológicas.

- Paralisias

- Restrições de movimento

- Lesões desportivas recorrentes.

- e muitas outras situações.

P17: Ela pode ser aplicada a bebés e crianças?

R: Sim. Devido ao seu toque extremamente suave, ela pode e deve ser aplicada a crianças, bebés e recém nascidos pois muitos dos problemas já existem apesar de não existirem exames nem quem os detecte e assim só mais tarde se detectam, normalmente depois de muitos gastos, despesas e noites sem dormir.

P18: Quem aplica esta terapia?

R: As pessoas que a aplicam, normalmente são pessoas que trabalham com terapias manuais e que têm uma grande sensibilidade e experiência em técnicas de palpação. Os massagistas e os fisioterapeutas normalmente dão melhores terapeutas em virtude de terem uma maior sensibilidade e capacidade de palpação dos tecidos.

P19: Onde encontrar um terapeuta?

R: Na Europa são muito poucos uma vez que a formação é nos EUA e isto ainda é completamente desconhecido de todos. Em Portugal eu estou a aplicar esta e outras terapias no meu trabalho para quem procura os meus serviços. Actualmente trabalho em Lisboa e Coimbra.

Demasiadas vezes os pacientes são tratados apenas aos sintomas que apresentam e não às causas dos mesmos.

O resultado é que o alívio é de curta duração e os sintomas acabam por voltar muitas das vezes acrescidos de outros pois o problema vai alastrando silenciosamente pelo corpo.

Devido ao desconhecimento de que existe  algo que de facto trabalha as causas e não apenas os sintomas, é frequente ouvir-se dizer que "não existe solução" ou que "não há nada que possa ajudar", ou que "não há nada que se possa fazer", etc.

Desta forma a pessoa entra numa situação de sofrimento constante que vai aumentando ao longo dos dias, meses e anos, impedindo-a de viver e de ser útil para os seus, acabando por vezes por se tornar um peso não só para a família mas também para quem lida com ela e para o país.

Felizmente que isso não tem de ser assim. Inúmeras pessoas têm encontrado e usado a Libertação Mio Fascial a qual lhes permitiu o retorno a uma vida normal ou pelo menos muito mais normal.


 

Criada em: 27 de Julho de 2003.